Educação financeira

Crédito bom é o que cabe no bolso.

Um guia direto para decidir bem antes de contratar, com foco no consignado e nos números que realmente importam.

Margem é teto, não meta

No consignado, a parcela pode chegar a 35% do salário. Isso não quer dizer que deva. Pense no que sobra para as contas do mês.

Olhe o CET, não só a taxa

O Custo Efetivo Total inclui juros, tarifas, tributos e seguros. É o número certo para comparar propostas.

Compare duas propostas

Com garantia do FGTS a taxa cai. Veja as duas opções e calcule o total pago em cada uma antes de escolher.

Prazo longo custa mais

Parcela menor em mais meses significa mais juros no total. Escolha o menor prazo que caiba no orçamento.

Quitar antes reduz juros

Quitação antecipada é um direito seu, com desconto proporcional dos juros. Vale quando sobrar dinheiro.

Nunca pague para liberar

Instituição séria não cobra nada antes de o dinheiro cair na sua conta. Pedido de depósito antecipado é golpe.

Quando o consignado faz sentido

Para trocar uma dívida mais cara (cartão, cheque especial) por uma mais barata, para uma despesa planejada ou para uma emergência real. Faz menos sentido para consumo do dia a dia ou para cobrir um orçamento que já não fecha: nesse caso, o problema volta no mês seguinte com uma parcela a mais.

Antes de assinar, responda três perguntas

  1. Quanto sobra do meu salário depois da parcela, por todos os meses do contrato?
  2. Qual é o valor total que vou pagar ao final, comparado ao que vou receber?
  3. Se eu mudar de emprego ou perder a renda, como pago o restante?

Se alguma resposta incomodar, simule um valor menor ou um prazo mais curto. O simulador do site é gratuito e você pode refazer quantas vezes quiser.